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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

PERIGOS PARA O BRASIL

Autor:  Prof. Marcos Coimbra - Conselheiro Diretor do CEBRES, Professor de Economia e Autor do livro Brasil Soberano.

Existem seis crises mundiais que ameaçam a sobrevivência da espécie humana no atual milênio: energia, alimentos, água doce, matérias primas de natureza mineral, bens do reino vegetal e produtos de origem animal. As nações produtoras vão sofrer carências severas desta gama de recursos vitais. E não querem diminuir seu padrão de consumo. Por estas razões não lhes interessam o crescimento de nações emergentes, como o Brasil, a China, a Índia, capazes de assumirem o "status" de nações perturbadoras da ordem internacional estabelecida pelos "donos do mundo".

Temos então a explicação para a desesperada tentativa feita pelas nações mais desenvolvidas para impedir o progresso do Brasil, procurando quebrar a Integridade do Patrimônio Nacional e a Integração Nacional. Movimentos separatistas são estimulados do exterior.  Demarcação criminosa de “reservas indígenas”. Estímulo a “quilombolas” e cotas raciais. Tudo isto para estimular a quebra da coesão social.

Isto é crime de lesa-pátria! Atingindo o Estado Nacional Soberano, enfraquecem-nos, tornando mais fácil  disseminar a cizânia entre nós, para procurar evitar que nosso país alcance o patamar de potência emergente.  Só para exemplificar: cerca de 20% das reservas de água doce no mundo pertencem ao Brasil (15% na Amazônia) e o segundo país, o Canadá, tem apenas 14% das reservas mundiais e isto contando as águas contidas nas geleiras. A água potável vai tornar-se cada vez mais rara. E nós a temos em abundância.

Daí a estratégia imposta pelos  "donos do mundo", os detentores do capital transnacional, líderes do sistema financeiro internacional, para progressivamente implantar um governo mundial. As etapas do processo estão claramente delimitadas, em linhas gerais.

Primeiro, a adoção da "globalização", nova denominação do "neocolonialismo", partindo dos países centrais para a periferia, com o domínio da expressão econômica do Poder Nacional, através da imposição dos ditames dos organismos internacionais: FMI, OMC, Banco Mundial, BID etc. Abertura da economia, com eliminação de barreiras protecionistas, adoção da lei de patentes, inclusive com efeito retroativo, privatização selvagem, para transferir o patrimônio real das nações menos desenvolvidas para os detentores do "papel pintado", controle da inflação, para garantia do retorno das suas aplicações de capital e outras.

A seguir, o total controle dos meios de comunicação de massa, seja através da colocação de pessoas de confiança, os "testas-de-ferro", até a participação via indireta no comando das empresas de jornalismo, ou emprestando-lhes moeda para mantê-los dependentes ou simplesmente remunerando regiamente os principais formadores de opinião e jornalistas famosos, montando a chamada "mídia amestrada". Discute-se até, no momento, no Congresso Nacional, a participação de grupos estrangeiros nos órgãos de comunicação, o que representará o golpe final na independência dos órgãos de comunicação.

Em paralelo, atuam através de inúmeras ONGs, financiadas pelo exterior, sem qualquer controle, com dirigentes percebendo salários vultosos, sem prestar contas a ninguém e com recursos abundantes para colocar suas mensagens na imprensa, objetivando fabricar a chamada "opinião publicada". Falam em nome do povo (sociedade civil), sem procuração. Trabalham incansavelmente para destruir as Instituições Nacionais: Família, Igreja, Estado, Escola, Empresa. Procuram demolir o Estado Nacional Soberano, minimizar a importância da Igreja, desmoralizar  os princípios e valores fundamentais da Família, da Escola e da Empresa. Sucateam as Forças Armadas, procurando subtrair-lhes quaisquer possibilidades de cumprir suas missões constitucionais.

Tudo isto é feito em vários países simultaneamente, no mundo inteiro. Para isto criam organizações para cooptar lideranças políticas existentes, para propiciar-lhes meios de assumir o Poder constitucionalmente e administrar segundo as suas determinações.
Quando apuramos suas fontes de financiamento, identificamos, em sua grande maioria, origem externa, proveniente de grandes corporações multinacionais.

Agora mesmo, nas discussões sobre a questão do meio ambiente em Copenhage, em encontro a ser realizado em dezembro, há claramente a tentativa de imposição de um governo mundial, a pretexto de salvar o planeta. Há denúncias sobre isto, ignoradas pelo mundo, em especial no Brasil. Segundo Lord Christopher Monckton, ex-conselheiro de Margaret Thatcher, o Rascunho de Copenhague objetiva instalar o governo mundial.  Lord Monckton fez uma longa conferência em Saint Paul, Minnesota, EUA, resumindo o que há no “draft” da próxima reunião de Copenhage.  O sítio A nova ordem mundial teve a oportuna iniciativa de difundir, legendados em português, os minutos finais do vídeo.  Neles, o conferencista resume o conteúdo do rascunho de Copenhague. Esta omissão espantosa já foi apontada pelo influente “The Wall Street Journal”, porém os eco-alarmistas não parecem se incomodar com nada.

Vamos difundir e divulgar estas informações e lutar contra a  perda de nossa soberania e nossas riquezas, enquanto é tempo.

Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Sítio: www.brasilsoberano.com.br (Artigo escrito em 23.11.09 para o MM).

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